
A educação no Brasil vem enfrentando diversos problemas ao longo dos anos e está sendo apontada como “EDUCAÇÃO DE QURTO MUNDO”, repercutindo críticas internacionais.
Pesquisas divulgadas recentemente em um relatório da UNESCO,coloca a educação brasileira em 88ª posição do ranking de desenvolvimento educacional. O Brasil aparece atrás dos países mais pobres da América Latina como o Paraguai, o Equador e a Bolívia.
Como pode o Brasil, país que enfrentou a atual crise mundial, de igual para igual, ou até de forma superior à grande potencia econômica (EUA), ter uma educação de tão baixo nível?
A explicação desse péssimo índice de desenvolvimento educacional é apontada em pesquisas, que afirmam que apenas 2% dos pré-universitários decidem seguir o magistério, e esses 2%, representam cerca de 30% dos piores alunos de suas turmas. Ao contrário a Finlândia e de Cingapura, referências em desenvolvimento educacional, nesses países é necessário estar entre os 20% e 30% respectivamente, dos melhores alunos da turma, para seguirem uma carreira de docência.
Além desse fator, podemos indicar também, a falta de estrutura de muitas escolas do Brasil, a falta de oportunidade das classes mais pobres, além do desinteresse de vários alunos, que muitas vezes se firmam na escola apenas para garantir recursos financeiros que o governo oferece às famílias que tem seus filhos na escola. Então, como podemos perceber a baixa qualidade escolar de nosso país, não se resume apenas na falta de preparação do educador, também está relacionada a fatores, sociais, políticos e até mesmo cultural da população brasileira.
Situações como essa, não podemos resolver do dia para a noite, pois engloba n-esferas sociais, mas projetos que facilitem a entrada das classes mais pobres nas escolas, que promovam uma melhor estrutura colegial e que dêem uma melhor preparação aos professores brasileiros podem amenizar aos poucos esse problema tão grave e que se solucionado pode alavancar um grande desenvolvimento econômico e cultural para o Brasil, e assim, passe a ser reconhecido não só como o país do futebol mas como referencia educacional.
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