terça-feira, 5 de julho de 2011


Tráfico de mulheres: retrocesso social
A figura do Brasil no mercado internacional vem crescendo consideravelmente, tendo como principal fator o elevado desenvolvimento da produtividade da soja e sua alta importância na exportação brasileira; mas infelizmente outro mercado que cresce a cada dia é o mercado sexual.
Esse mercado hediondo vem desenvolvendo-se de forma absurda em um campo mundial, sendo alimentado pela exportação de mulheres com uma faixa etária de 15 a 27 anos, muitas vezes iludidas por propostas de empregos internacionais, as mesmas , por possuírem uma renda social baixa e péssimo nível educacional, acabam aproveitando a “oportunidade” que lhe é concedida.
Na maioria dos casos, os “contratantes” arcam com todas as despesas das viagens, assim, quando as mulheres chagam em seu destino, já tem ma divida contraída, não restando-a nenhuma escolha, a não ser cumprir o “contrato”.
Esse mercado vem propiciando com que a AIDS se alastre mundo à fora, de forma inconsciente, já que os clientes optam muitas vezes por relações sem preservativos, a qual a mulher não tem escolha, até porque o cliente tem sempre razão.Na Índia por exemplo, já possui cerca de 5,1 milhões de soropositivos(segundo maios número do mundo, atrás apenas da África do Sul).
Várias campanhas já foram criadas para tentar diminuir o crescimento desse mercado,mas, o mesmo agindo de forma clandestina e sorrateira acaba sendo difícil de ser controlado, dessa forma é preciso que mulheres se informem antes de se submeterem a qualquer proposta de trabalho,, mesmo que elas venham de pessoas confiáveis.

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