
Sabemos que com o passar dos anos e dos séculos, uma boa convivência familiar, vem sendo cada vez mais rara, principalmente na atual sociedade em que vivemos; uma sociedade altamente individual e anti-coletiva.
A partir do momento, que os jovens passaram a desenvolver uma espécie de vida dupla, uma real e outra “virtual”, os mesmos passaram a se desconectarem parcialmente ou as vezes até, totalmente do ambiente familiar, tornando o mesmo, de certa forma uma ambiente hostil e grosseiro. Em que o jovem não consegue mais ver seus pais como seus amigos, conselheiros e confidentes, mas sim, como generais linha dura, que existem apenas com o único propósito de impor lhes regras e não deixarem fazer o que querem.
Portanto, devemos estabelecer desde já, que a convivência familiar não é tão simples como parece, mas que pode ser facilitada com a colaboração mutua entre os elementos de uma sociedade familiar, onde o filho deve ter seus pais como uma válvula de escape, em que pode confiar e apoiar-se; e os pais sempre dando conselhos e estabelecendo um relacionamento aberto com os filhos, fazendo com que a família torne-se uma firme base no crescimento de um jovem cheio de duvidas e incertezas.
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