domingo, 10 de abril de 2011

Educação



A educação no Brasil vem enfrentando diversos problemas ao longo dos anos e está sendo apontada como “EDUCAÇÃO DE QURTO MUNDO”, repercutindo críticas internacionais.
Pesquisas divulgadas recentemente em um relatório da UNESCO,coloca a educação brasileira em 88ª posição do ranking de desenvolvimento educacional. O Brasil aparece atrás dos países mais pobres da América Latina como o Paraguai, o Equador e a Bolívia.
Como pode o Brasil, país que enfrentou a atual crise mundial, de igual para igual, ou até de forma superior à grande potencia econômica (EUA), ter uma educação de tão baixo nível?
A explicação desse péssimo índice de desenvolvimento educacional é apontada em pesquisas, que afirmam que apenas 2% dos pré-universitários decidem seguir o magistério, e esses 2%, representam cerca de 30% dos piores alunos de suas turmas. Ao contrário a Finlândia e de Cingapura, referências em desenvolvimento educacional, nesses países é necessário estar entre os 20% e 30% respectivamente, dos melhores alunos da turma, para seguirem uma carreira de docência.
Além desse fator, podemos indicar também, a falta de estrutura de muitas escolas do Brasil, a falta de oportunidade das classes mais pobres, além do desinteresse de vários alunos, que muitas vezes se firmam na escola apenas para garantir recursos financeiros que o governo oferece às famílias que tem seus filhos na escola. Então, como podemos perceber a baixa qualidade escolar de nosso país, não se resume apenas na falta de preparação do educador, também está relacionada a fatores, sociais, políticos e até mesmo cultural da população brasileira.
Situações como essa, não podemos resolver do dia para a noite, pois engloba n-esferas sociais, mas projetos que facilitem a entrada das classes mais pobres nas escolas, que promovam uma melhor estrutura colegial e que dêem uma melhor preparação aos professores brasileiros podem amenizar aos poucos esse problema tão grave e que se solucionado pode alavancar um grande desenvolvimento econômico e cultural para o Brasil, e assim, passe a ser reconhecido não só como o país do futebol mas como referencia educacional.

Convivência Familiar



Sabemos que com o passar dos anos e dos séculos, uma boa convivência familiar, vem sendo cada vez mais rara, principalmente na atual sociedade em que vivemos; uma sociedade altamente individual e anti-coletiva.
A partir do momento, que os jovens passaram a desenvolver uma espécie de vida dupla, uma real e outra “virtual”, os mesmos passaram a se desconectarem parcialmente ou as vezes até, totalmente do ambiente familiar, tornando o mesmo, de certa forma uma ambiente hostil e grosseiro. Em que o jovem não consegue mais ver seus pais como seus amigos, conselheiros e confidentes, mas sim, como generais linha dura, que existem apenas com o único propósito de impor lhes regras e não deixarem fazer o que querem.
Portanto, devemos estabelecer desde já, que a convivência familiar não é tão simples como parece, mas que pode ser facilitada com a colaboração mutua entre os elementos de uma sociedade familiar, onde o filho deve ter seus pais como uma válvula de escape, em que pode confiar e apoiar-se; e os pais sempre dando conselhos e estabelecendo um relacionamento aberto com os filhos, fazendo com que a família torne-se uma firme base no crescimento de um jovem cheio de duvidas e incertezas.

Brasil Desenvolvido



O Brasil visto através de uma visão internacional, sempre foi apontado como o “país do futuro”, aquele que sempre nos dava expectativas positivas, mas que na prática não funcionava como o esperado. Entretanto, as coisas mudam e o Brasil não poderia ser diferente.
Desde a posse do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, simplesmente conhecido como Lula, em 2002, o Brasil vem apresentando significativas mudanças, tanto se tratando de mudanças internas, como mudanças da visão do Brasil pelo mundo. O Brasil no ano de 2003 apresentava uma divida externa equivalente à US$ 215 bilhões de dólares, a qual o presidente Lula conseguiu quitar em apenas oito anos de mandato, além da alta redução do índice de desemprego e o aumento do poder aquisitivo das classes populares, tornando o mercado interno do Brasil, um mercado consistente e auto-sustentável.
Além disso, com a descoberta de poços de petróleo na camada pré-sal, e sendo o Brasil sede de eventos de repercução mundiais como a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos (2016), o Brasil passa a ser alvos de grandes investimentos externos, e por isso, passa a ser tratado como o país do momento, em que pode ou não alcançar um significativo desenvolvimento econômico.
Então, podemos perceber que o Brasil, passou de um simples “país do futuro”, para o país do momento, tornando-se centro das atenções, capaz de alavancar toda uma economia mundial, portanto, a oportunidade nos foi dada, basta agora sabermos administrar-la de forma racional, para que possamos atingir patamares cada vez mais elevados.

Aquecimento Global



Ao longo dos anos o homem e suas tecnologias vêm modificando o meio ambiente e como conseqüência, temos o efeito estufa, que a principio seria uma fenômeno natural, cuja finalidade é controlar a temperatura ambiental, e hoje atende por: Aquecimento Global.
Muitos estudiosos afirmam que o aquecimento global tem como principal causa a emição dos monóxidos (CO) e os dióxidos (CO2) de carbono na atmosfera, os quais ocasionam a destruição da camada de ozônio, o que faz com que os raios ultravioletas (UV) incidam com maior intensidade na Terra, diminuindo também a eficácia do efeito estufa, acarretando variações bruscas nas temperaturas.
Mas sabemos que ao longo dos anos, nossos antepassados também enfrentaram períodos de temperaturas muito baixas, conhecidas como Era Glacial (Era do Gelo) e períodos de temperaturas muito elevadas, Era Interglacial. Como explicar essas variações bruscas à milhares de anos atrás? Se nesses tempos não existiam emições de gases na atmosfera!!! Não seria o “Aquecimento Global” mais uma mudança natural, mais uma Era Interglacial?
Estudos feitos com calotas polares, afirmam, que as mudanças climáticas, tem grande relação com a concentração de Metano (CH4) na atmosfera, gás que é naturalmente liberado pelas fezes humanas e também de animais; mas ao longo dos anos essa concentração vem aumentando drasticamente com os agrotóxicos utilizados na agricultura, as chamadas atividades antrópicas.
Portanto, devemos concluir que a diminuição da emição desses gases é importante, e que isso pode ser feito através da mudança de combustíveis fósseis por fontes renováveis, como o etanol proveniente da cana-de-açúcar, além de implantar substancias naturais no combate à pragas, produzindo os alimentos de forma orgânica. E assim as mudanças climáticas estão sendo observadas; o problema agora não é se vai ou não ocorrer, mas sim quando. Nossos antepassados sobreviveram às mudanças climáticas, seriamos nós capazes de sobrevivermos?