
O desafio de se conviver com a diferença
Sabemos que o racismo é uma forma de preconceito, o qual “exclui” basicamente o ser afro-descendente da sociedade ou simplesmente o vê como um ser “diferente”.
Isso ao longo do tempo vem se intensificando cada vez mais, pois o preconceito é de certa forma transmitida pela sociedade através da convivência, porque se os pais são preconceituosos provavelmente seus filhos serão educados com o mesmo ideal. Com isso serão formados péssimos cidadãos que não conseguirão conviver com o diferente, e se sentirão sempre superiores a “esta raça inferior”, assim como era denominados os “negros” pelos neonazistas; uma “raça” inferior.
Mas ao longo dos anos, o preconceito racial tem diminuído bastante, pois para amenizá-lo foi criada uma lei qual defende os afro-descendentes do preconceito, e os igualam perante a lei aos demais cidadãos. Diminui também porque os negro que antes ficavam oprimidos perante o preconceito, apreenderam à se defender, e muito mais à se orgulharem de ser o que são.
Então, para amenizar cada vez mais este preconceito fútil, devemos começar de cedo, é educar nossas crianças com o mesmo princípio: somos todos iguais perante a lei, e principalmente, na visão de nosso criador.
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